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sábado, 27 de agosto de 2011

Erros a superar

Tanto tempo passou
E os acasos  surgem por aqui,
A memoria, lembro
O momento se foi,
Mas não deixei de viver
Escondi os erros
Engraçado, não contei a ninguém
Meus dias não são iguais
Há tanta coisa pra contar
Cada aventura, risos para causar
E não vejo ninguém, sombras
Neste grande quebra cabeça
Não encontro o meu lugar
Ajustes são feitos
Mas tem muito  o que mudar
Não sinto, nem vejo, sussurros
Histórias a contar,
Momentos que tenho que guardar
Conseguirei, algum dia
Tudo irá se encaixar,
E com o tempo,
O que tenho a sentir,
E se caso precisar desabafar
Minhas paredes terão muito a escutar.
E tudo o que contei, arrependimento
Erros a superar,
E basta aprender tudo guardar.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Não há alguém em quem confiar

Meus punhos tremem
Meus olhos ficaram vermelhos
Me mantenho em controle, a raiva
Nada me dominará
Meu rosto ferve, sem sentido
Estou preste a explodir
Não é fácil levar um punhal nas costas
E se manter firme, paciência
Mas é preciso cair, para poder ver
É preciso sentir para acreditar
Não há alguém em quem confiar
Meus punhos tremeram,
A lagrima quase caiu
Mas fui forte o bastante
Vou aprendendo a lidar
Cada erro,
Me ensina a caminhar, a ver a vida
E o mundo superar, aprender
Quase explodi, me segurei
A musica me acalmou
Eu e meus fones, superamos
A dor de um punhal
Afinal, ele fala tudo o que preciso ouvir
Me consola quando não sei o que sentir
Eu e meus fones, não damos a minima a você
Assim não ouvirei mentiras, nem falsas promessas
Nem farei parte da sua mentira, sua vida
Eu e meus fones vamos cantar,
Só assim, pro mal se espantar.
Só quero um tempo pra pensar,
Ouvir, viver e relaxar, a musica a exalar.

domingo, 21 de agosto de 2011

Não posso falar, é amor

E se parar e pensar no futuro
Me confundirei, é passado
É o tempo, é amor e dor
Sentimento que durou e durou
Rancor, é o tempo
Tudo passou, atrás
Sente a brisa, o vento
A palavra virou som, o ritmo
E se pensar no futuro, passado
Ainda há amor, dor
Batidas, tudo é voz
Gritos, liberdade, o tempo
Palavras a voar,
Assas a cair, o chão
O muro do coração
A pedra, o lago, a dor
O amor caiu, se afogou
Em meio a tanto o que pensar
Passado, futuro, Foi muito amor
Cicatrizes guardar, morro sem ar
Só a dor, O passado,
E do passado o futuro
Nada de presente, rancor
Batidas, o som, o ritmo
A dança acabou, e nem soube
Nada de amor, amor
Ainda sinto bater
Em pedaços, mas
Mais um pouco consigo viver

E se parar e pensar no futuro
Me confundirei, é passado
É o tempo, é amor e dor
Nada de palavras,
Sem ar, não posso falar
É muito amor.

sábado, 20 de agosto de 2011

Estilhaços do amor

Tantos pedaços estilhaçados
Cortes, e sangue ao chão
E um belo caminho a seguir
Sons ou notas, tudo caindo
Nada está certo, nem mesmo a voz
Fora do lugar, tentando organizar
A chuva que os atormenta
A confusão da ideia
O vento forte e o cheiro no ar
A morte vem anunciar...
Tudo se petrificou
O sentimento, congelou
O coração parou, a memoria
Só o que restou, estilhaços no chão
E uma pedra virou,
Tão doce ao falar
É triste chorar, se magoar
e ter que sorrir
Sofrer, fingir, gritar
E esperar o amor acabar
Olhos de Medusa
Transforme tudo em pedra
Assim a dor, o sofrimento,
A estatua não irá sentir.

Tantos pedaços estilhaçados
Cortes, e sangue ao chão
E um belo caminho a seguir
Sons ou notas, tudo caindo
Nada está certo, nem mesmo a voz.
Hey, amor para que existir?
Apenas estilhaços.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Deixe estar

Se deitar não levantarás mais
Se cair, sonhe e voe
Cade as assas? Imagine-as.
Como a dos anjos.
Liberte-se, as cordas e parafusos
Estão transformando você,
E estás deixando dominar,
Solte as ideais e tudo o que há,
Viva o momento e deixe estar
Quando as cordas soltarem
Será mais leve, mais livre
Deixe estar, o mundo irá mudar
É hora de começar, ouça
O som está por vir
Lembre de carregar suas assas
Afinal, precisas voar.
Sonhos realizar e ...
Assas não querem cortar.

sábado, 13 de agosto de 2011

O preço da amizade

 E se tudo lhe chatear...
Por olhares podemos nos entender
Está tão magoada, que não pode ver
Todos os dias iguais, as tardes não voltarão
A discussão ficou e com ela...
A magoa, é tão dificil entender
Hey companheira preciso de você
Esqueça o que aconteceu
Seu lugar está lá... e aqui.
Pode ser preenchido por lá
E concerteza será.
Pra quem se sente tão só
Assim como eu e você
Não é saudavél nos separar
Hey, aquilo que pagou voltará
Com o tempo, verás.
Não será 15 minutos
Ou quatro horas
Será o tempo que irá chegar
Espere com calma, tudo voltará
As desculpas serão mutuas
E a amizade reconstruida
Não será dinheiro algum,
Que derterminará, é hora de acabar.
Que tal esperar?Prometo e cumprirei.
Então amigos vamos voltar a ser?
Ou continuar sozinha, fingindo ouvir,
Fingindo ser amiga de alguem,
Que não gosta?

domingo, 7 de agosto de 2011

Contra o tempo

Por quanto tempo vamos fingir?
Esconder a verdade
E decidir, contra o tempo
Se tudo acaba, a renovação

Olhos fechedos e um coração.
E quanto tempo irá durar?
No meio de tanta loucura
Seu peito está rasgando
Sua pulsação prosegue em suas veias
Está tudo preste a estourar
Nossos coraçoes não serão o bastante
A muito o que sentir
Em meio a lucidez
Tanto tempo pra pensar.
Escuto sussuros do luar
Palavras molhadas com gosto de sal
Inundão os olhos enxarcando o chão.
Tudo parece explodir, contra o tempo
É pouco espaço e muito a sentir
Quanto tempo vai fingir?
Escuto soluços do luar
Enxague as lágrimas,
O tempo irá falar.

Nada de palavras ou versos a rimar

E todo o tempo que passou
Hoje serão lembranças
Amanhã será saudade
A noite será tudo
E o tudo irá virar nada
Apenas o tempo
Tudo será palavra
E da palavra o silencio
Da voz a musica
As notas a desfilar
Tom sobre tom
Rola o ritmo e o som.
Do tempo a lembrança
E do passado o futuro
Tudo será a palavra
E da noite será o luar.
Nada de palavras ou versos a rimar
Apenas o ritmo, a voz e o nada.
O silencio vai falar
Mais alto que minha voz.
Do abraço um sorriso
E a solidão, marcada,
Horas quebradas,
Mostram quem és
Só e somente só
Do tempo a palavra
O silencio, o tudo, o nada,
Da musica a voz, o tom
O ritmo a dançar, o passado
Sem presente o futuro a cantar.


Apenas o tempo
Tudo será palavra.

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Como explicar, se cada um me julga de uma forma diferente, se cada um pensa de um jeito diferente, se todos estão em constante transformação e então como explicar... tire suas proprias conclusoes pois pra cada um so uma pessoa diferente...mas me relacionam com aqueles q me acham unico...